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​​Brasília, Junho/Julho de 2021
Gestão prática
do conhecimento
GESTÃO & DETERMINAÇÃO  |  ​Dr. Agnelo C. Fernandes, Assessor jurídico e empresarial

Todo poder emana do povo, assim como toda desgraça emana daqueles que estão no poder e subestimam o povo e pensam que estão acima de tudo e de todos e de qualquer coisa, e que o resto é de somenos importância, Frente ao exposto, evoco e invoco as palavras do grande sábio e pensador Diógenes (Sócrates louco) bem postadas pelo jornalista Carlos Heitor Cony no jornal folha de São Paulo, 5 de janeiro de 2000 (O BRASIL E A ESMOLA: Zombavam de Diógenes. Além de morar num barril, volta e meia era visto pedindo esmolas às estátuas. Cegas por serem estátuas, eram duplamente cegas porque não tinham olhos – uma das características da estatuária grega(...) Perguntaram a Diógenes porque pedia esmola às estátuas inanimadas, de olhos vazios. Ele respondia que estava se habituando à recusa. Pedindo a quem não o via e nem sentia, ele nem fica aborrecido pelo fato de não ser atendido.

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É mais ou menos uma imagem que pode ser usada para definir as relações entre a sociedade e o poder. Tais como as estátuas gregas, o poder tem os olhos vazados, só olha para dentro de si mesmo, de seus interesses de continuidade e de mais poder. A sociedade em linha gerais, não chega a morar num barril. Uma pequena minoria mora em coisa mais substancial. A maioria mora em espaços um pouco maiores do que um barril. E há gente que nem consegue um barril para morar, fica mesmo embaixo da ponte ou por cima das calçadas. Morando em coisas melhor, igual ou pior do que um barril, a sociedade tem necessidade de pedir não exatamente esmolas ao poder, mas medidas de segurança, emprego, saúde e educação. Dispõe de vários canais para isso, mas, na etapa final, todos se resumem numa estátua fria, de olhos que nem estão fechados: estão vazios(...)” Diante do exposto, reiteramos veementemente, que a educação, sempre foi e sempre será a base angular para se conquistar o progresso e chegar a qualquer lugar. Portanto, qualquer país que subestimar a educação, jamais alcançará o desenvolvimento e deixará de ser uma “área de transbordo de mediocridade.”

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