1/2
​Brasília, Fevereiro de 2021
Adie o envelhecimento meditando e malhando
CORPO EM MOVIMENTO  |  Com Tom Mendes, Personal Trainer e Consultor (Cref-DF/G:00081)
LN_Modelo_Colunistas_Foto_Tom.png

A cultura oriental vem conseguindo cada vez mais adeptos no mundo e não é de hoje que se sabe que a meditação traz inúmeros benefícios à saúde. Agora a ciência começa a estudar os efeitos dessa prática para a longevidade. Segundo Robert Keith Wallace, a prática da meditação atrasa o envelhecimento, revelou no Journal of Neurosciense.  Ele revelou ainda, que quem pratica meditação por apenas cinco anos tem uma idade biológica doze anos menor que a idade cronológica.

A prática faz com que o corpo lide melhor com o estresse e aumenta a produção de hormônios ligados às defesas do corpo, ou seja, o organismo fica menos suscetível a doenças causadas no envelhecimento. Também ficou constatado, que a meditação atua na produção de três hormônios relacionados com a longevidade, o estresse e o bem-estar: o cortisol, o DHEA e a melatonina. Meditando regularmente, o cortisol, o hormônio que mais acelera o envelhecimento, chega a cair até 47%, enquanto o DHEA, que ajuda a determinar a idade biológica, aumenta 44% e a melatonina, substância que nos ajuda a dormir bem e é um poderoso antioxidante, sobe até 98%.

Também não vamos esquecer a prática de exercícios físicos. Todos sabem dos benefícios dos exercícios na redução dos riscos e a prevenção as doenças, certo?  Saibam que, o exercício atua de modo muito mais profundo no corpo: atua no DNA. Pesquisadores do King’s College de Londres verificaram que pessoas ativas, que se exercitam regularmente ao menos três horas por semana são biologicamente nove anos mais jovem do que as sedentárias, ou seja, o sedentarismo influencia o próprio processo de envelhecimento, revelou Lynn Cherkas, autora da pesquisa. Cherkas acredita que o sedentarismo acelera processos inflamatórios e danos causados por radicais livres, que causam problemas às células.

Considerado um dos maiores especialistas em longevidade, o médico Walter Bortz, da Universidade Stanford, EUA, diz que o número de anos que somos capazes de viver depois dos sessenta anos é determinado em boa parte por quão fisicamente estamos condicionados. Mãos à obra.

Fonte: Journal of Neurosciense, King’s College - Londres; Universidade Stanford  

::

"A harmonia do seu corpo depende da qualidade dos seus hábitos’’.

1/1